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Um caminhão bateu e derrubou o muro de uma casa no bairro Recanto dos Pássaros, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, nesta quinta-feira (5). Conforme a Polícia Militar, o motorista deixou o carro ligado porque iria voltar em seguida. Nisso, o veículo desceu a rua sozinho e atingiu o muro. Porém, ninguém ficou ferido e causou somente danos materiais. (Foto: MT Notícias)
Posted in: , , , , , , , , , , | quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Mulheres podem avaliar o desempenho masculino por meio do aplicativo Lulu, da Luluvise. Vetado aos homens, o app incentiva as mulheres a “darem notas” ao desempenho e o comportamento de homens. Parcela das usuárias já veem o app como ferramenta para se vingar de alguns homens por mau comportamento. Segundo a advogada Luciane Lovato Faraco, especialista em Direito e Processo Civil e Direito Constitucional, homens se sentem ofendidos por ter suas imagens expostas no aplicativo e pelos comentários feitos.

“Os dados de todos que estão no Facebook são alvo do aplicativo, já que a união entre as duas empresas, Facebook e Luluvise, permite que o primeiro programa passe informações ao Lulu, que apresenta as fotos, nomes e outros dados dos homens como em um cardápio, para que as mulheres dêem notas e classifiquem o sexo oposto por jargões predefinidos pelo app, conhecidos como hastags, simbolizados pelo jogo da velha (#)”, considera a advogada Luciane Faraco.

Depois do homem ter qualificado sua imagem, com nota e hastags, fica disponível para visualização de todos na internet, apesar do acesso das mulheres ser mais amplo do que o dos homens.

Para a especialista em Direito e Processo Civil e Direito Constitucional a discussão moral acerca do aplicativo, ou se os comentários sobre a pessoa são positivos ou negativos, brutais inconstitucionalidades saltam aos olhos e outras ilegalidades também podem ser elencadas sem muito esforço:


1. O primeiro é o direito à privacidade. Também há inaceitável discriminação, rotulagem, danos à imagem, etc. O artigo 5 da Constituição Federal garante direitos individuais, que por sua importância são inalienáveis, imprescritíveis e invioláveis. Então, os direitos elencados neste artigo não podem ser vendidos, emprestados, doados, podem ser requeridos a qualquer tempo e não podem ser ameaçados, nem pelo Estado, muito menos por particulares, mediante softwares.


2. Uma das garantias constitucionais vilipendiadas pelos programas é o direito à intimidade, a vida privada, a imagem e a honra. Para não entrar em discussão doutrinaria se todos esses direitos são apenas sinônimos ou autônomos, podemos analisar o direito de forma ampla com as ideias comungadas por juristas sérios. Para tanto as lições de Vieira de Plácido e Silva são sempre oportunas.


3. Ainda no artigo 5 da Constituição Federal o direito à expressão é garantido, mas vedado o anonimato. Isto porque nossa sociedade não deseja um comportamento covarde, já que o anonimato retira o direito de resposta, diálogo, responsabilização. Já no aplicativo Lulu o anonimato das mulheres é garantido por seus desenvolvedores, utilizado como publicidade.


4. O aplicativo desrespeita, ainda, o direito à dignidade do ser humano, princípio basilar de qualquer sistema legalmente decente. Ora, o aplicativo coisifica o ser humano, o transforma em objeto a ser classificado, negando aos homens serem sujeitos de direito.

5. Também o Direito do Consumidor é desrespeitado. Lembrando que consumidor pode ser considerado como a coletividade.
Além disso, para fins de responsabilização, todas as vítimas de um serviço prejudicial, viciado, contrário à lei, têm o direito de vê-lo coibido, punido, indenizado. Considerando, ainda, que todo consumidor tem direito a ser notificado de cadastro realizado em seu nome, por escrito quando não solicitado pelo próprio. Os programas desrespeitam também e claramente as leis consumeristas, pois nada avisam aos homens cadastrados.

“O Lulu é um solo fértil para que as pessoas cometam o bullying virtual”, alerta a advogada. Segundo a mesma, o aplicativo fere garantias constitucionais como o direito à imagem, à privacidade, à intimidade, à vida privada e à honra. “Outro ponto diz respeito ao anonimato. A constituição veda essa conduta, porque as pessoas que querem fazer comentários sobre outra pessoa tem que se expor, tem que mostrar o rosto, porque se esse comentário não agradar têm de encarar as consequências”, finaliza
A Canon trouxe para o Brasil a EOS 70D, sua nova câmera de entrada com recursos voltados para smartphones e tablets. Compatível com iOS e Android, a nova máquina oferece algumas opções interessantes, como fotografar a partir de um iPad, por exemplo, além de configurações próximas às de modelos profissionais. Confira as primeiras impressões do TechTudo com a EOS 70D.

Assim como o modelo T3i, a 70D tem uma tela LCD giratória de 3 polegadas, que vira 160º horizontalmente e verticalmente. O usuário pode virar o display para tirar fotos de si mesmo, as famosas selfies. A câmera tem um sensor CMOS de 20,2 megapixels, com processador de imagem DIGIC 5+, que trabalha muito rapidamente tanto as fotos do aparelho quanto aquelas que são tiradas a partir do celular, em até 7,0 fps no disparo contínuo.

A EOS 70D também tem um display fixo com 3 polegadas sensíveis ao toque. O grande atrativo do aparelho, sem dúvida alguma, é a compatibilidade e a conexão com gadgets que possuem sistemas operacionais Android ou iOS. A câmera pode ser manipulada por um iPhone ou um iPad através do aplicativo gratuito EOS Remote.

O app, porém, só funciona se a câmera estiver conectada à Internet, por seu Wi-Fi próprio. O programa da EOS oferece ainda a opção de visualizar rapidamente as imagens no device móvel e transfirir conteúdo rapidamente para a web.

Já os comandos pela tela multitoque permitem que o usuário trave o foco em um determinado ponto, mesmo que a câmera seja movimentada. O foco automático é do tipo cruzado, com 19 pontos.

Os vídeos do aparelho podem ser gravados em Full HD (1080p) de até 30 fps em ALL-I ou IPB. As filmagens podem também ser transferidas para nuvem, via conexão Wi-Fi. De acordo com a Canon, a EOS 70D é compatível com 103 lentes EF e EF-S da marca.

O ISO pode ser ajustado entre 100-12800, sendo expansível até 25.600, o que facilita a captação de imagem em ambientes escuros. Além disso, a EOS 70D, com 7,0 frames por segundo (fps), é uma câmera de entrada muito satisfatória para fotografias em alta velocidade e de objetos em movimento.

O corpo da máquina da Canon tem peso de aproximadamente 675 gramas. A EOS 70D tem 13,90 cm de largura, 10,43 cm de altura e 7,85 cm de profundidade. É um aparelho razoavelmente prático para carregar, se você considerar que é um modelo parecido com os semiprofissionais com capacidade de uma máquina profissional.


O preço da EOS 70D oscila em cerca de R$ 6 mil, de acordo com representantes da Canon. O modeo pode ser comprado em três configurações diferentes: somente o corpo, kit com a lente EF-S 18-55mm f/3.5-5.6 IS STM, ou um kit com a lente EF-S 18-135mm f/3.5-5.6 IS STM. O aparelho pode funcionar com um novo Battery Grip, o modelo BG-E14, que funciona com duas baterias LP-E6 ou um conjunto de seis pilhas AA, oferecendo o dobro de autonomia.
O modelo foi apresentado pelo fotógrafo Alexandre Socci, que trabalhou com esportes radicais como rafting (andar de canoa), trilhas e ciclismo. Na apresentação, foi ressaltada a praticidade de utilizar a câmera 70D sem precisar mexer nela, desligando ou ativando o aparelho para captar imagens remotamente.
Comerciantes da Avenida Filinto Muller, em Várzea Grande, região metropolitana
de Cuiabá, reclamam que um bueiro está aberto e com um vazamento de água há mais de um mês. O local foi sinalizado pela própria população, com galhos de árvore, na tentativa de evitar acidentes. “Já foi chamado o DAE [Departamento de Água e Esgoto] nesse local, os funcionários vieram, fizeram o buraco e não resolveram o problema. A água continua vazando”, conta a comerciante Gilvânia Pereira da Silva.
Na mesma avenida, outros dois bueiros estão entupidos e transbordam quando a água fica acumulada. “Quando a água está mais forte, vaza tudo para o lado de fora e quando os bueiros estão entupidos alaga a rua inteira.”, afirma José Ronaldo Peres, também c omerciante. “Os ônibus passam e jogam a água para dentro dos comércios”, completou.
O diretor do DAE de Várzea Grande,  Zelandes Santiago, informou que uma equipe da Secretaria de Insfraestrutura iria até o local para ajudar na  manutenção. Ele também ressaltou que estaria providenciando a desobstrução desse canal.
A Prefeitura Municipal de Rondonópolis e a Secretaria Municipal de Educação lançam nesta quinta-feira (5) o Programa Cuidando da Gente, que tem por objetivo melhorar a qualidade de vida dos servidores da Rede Municipal de Educação oferecendo atividades físicas e atendimento psicológico e fonoaudiológico.
O lançamento acontecerá às 17 horas no Parque das Águas, no Cais, e será marcado por uma caminhada na pista do Parque. Os participantes que desejarem fazer a caminhada deverão ir de tênis e roupa apropriada.

O programa possui mais de 500 inscritos e começou a ofertar atividades físicas desde agosto passado, todas as ações são coordenadas por profissionais qualificados e as atividades são desenvolvidas por polos, sendo a Secretaria Municipal de Educação (Semed), na Escola Municipal Professora Evânia Rodrigues, Escola Edivaldo Zulliane Bello e Primeiro de Maio, de forma que os profissionais possam fazer as atividades próximos de suas residências ou do local de trabalho.

Os colaboradores da Semed podem optar dentre as seguintes atividades caminhada/corrida, pilates de solo, dança de salão, canto e coral, natação e hidroginástica. A coordenação do programa é feita pelo Departamento de Gestão de Pessoas. Funcionário do Impro também aderiram à iniciativa e participam do programa.
O produtor rural Carlos Fávaro, de Lucas do Rio Verde, foi empossado na manhã desta quinta-feira (05) na presidência da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). Este será o segundo mandato dirigindo a entidade, uma das mais importantes do segmento rural no Estado, e também reconhecida internacionalmente. A gestão será válida para o biênio 2014/2015.
A cerimônia desta quinta, realizada em Cuiabá, marcou também a posse dos 142 delegados que vão atuar nos 22 núcleos da Associação dos produtores em diferentes municípios produtores. Eles foram eleitos na eleição realizada ainda em 4 de novembro e que contou com uma única chapa, a 'União e Responsabilidade', encabeçada por Carlos Fávaro.
Mato Grosso encaminhadas à Assembleia Legislativa (AL-MT) podem dar autonomia ao governo para utilizar por tempo indeterminado e até 100% dos recursos gerados pelos chamados fundos estaduais, como o de Habitação e Transportes (Fethab), Madeira (Famad), Indústria e Comércio (Fundeic) e outros.

Duas mensagens de autoria do Poder Executivo de
Ambas começam a ser analisadas pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia. Por meio da proposta de número 313/13, o Executivo quer alterar a Lei 9.859/12 para que possa usar enquanto desejar 30% da receita dos fundos, que atualmente vão para a Conta Única do Tesouro mato-grossense. A lei original, aprovada no ano passado, fixou prazo para as ‘retiradas’ até dezembro de 2013.
De uma lista de 20 fundos, oito têm ligação com o meio agropecuário e industrial. O principal dentre todos é o Fethab, criado para subsidiar as obras de pavimentação asfáltica e habitação. Hoje, porém, já é usado nas obras da Copa do Mundo em Cuiabá. Há outros ligados às cadeias do algodão, arroz, pecuária leiteira, aquicultura, mamona, além do Desenvolvimento Rural.
Pelas contas do Executivo estadual, em 2014 os fundos especiais devem arrecadar mais de R$ 610,8 milhões, ou 35,25% a mais do que em 2013, quando foram contabilizados R$ 451 milhões.
Na segunda proposta, a de número 344/13, o governo pretende aumentar de 30% para 100% o percentual das retiradas das receitas dos fundos, além de incluir oito novos, não mencionados na lei aprovada no último ano. Estão ligados à madeira (Famad), bovinocultura (Fabov), soja (Facs), do Desenvolvimento Sociocultural Desportivo Tecnológico, do Meio Ambiente (Femam), Desenvolvimento do Sistema Pessoal do Estado (Fundesp); Segurança Pública (Fesp) e Educação Profissional (Feep).
O G1 apurou que todas as alterações estão vinculadas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014, o que pode dificultar a possibilidade de alterações nos projetos de lei. Isto porque com o dinheiro dos fundos o governo poderia financiar os gastos fixados no orçamento do próximo ano. O governo não diz onde empregará o dinheiro dos fundos, caso tenha autonomia para geri-los.
"Temos que aplicar o máximo em infraestrutura e trazer esse bolo. Dar a facilidade também para a prestação de contas, porque na nossa legislação a burocracia é imensa. Não será usado [o recurso] para dar suporte ao orçamento. Irá para o fundo específico e dentro daquilo que rege a lei”, disse o governador Silval Barbosa.
Na justificativa das matérias que estão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, o governo estadual alega que o conjunto de medidas é necessário para que ocorram as “melhorias alocadas no orçamento anual”, mas não as detalha.
No projeto de orçamento para 2014 em Mato Grosso é estimada uma receita total e fixadas despesas da ordem de R$ 13,3 bilhões, volume quase 5% superior ao orçamento de 2013.